Silicone x Metais Pesados

Não raro vemos uma extensa propaganda midiática falando acerca dos riscos da exposição elevada de metais pesados para a saúde humana. As propagandas enfatizam a existência dessas substâncias em produtos cosméticos, panelas, utensílios no preparo de comestíveis, na indústria de medicamentos e até mesmo na água.

Mas quase nada é divulgado acerca dos riscos inerentes às próteses de silicone embora as mesmas sejam formadas por metais como arsênio, chumbo, platina, alumínio, cádmio, mercúrio, dentre outros, que podem lentamente se acumular nas células e tecidos.

Realmente, sabemos que os invólucros dos implantes são conchas semipermeáveis ​​que vazam gel de silicone e os mencionados metais pesados a níveis microscópicos. O material pode migrar para fora das cápsulas e para os linfonodos axilares locais, onde pode então se espalhar através do sistema linfático por todo o corpo (ver o post “Gel Bleed e Intoxicação por Silicone”).

Os metais pesados ​​que são dispersos são neurotóxicos e podem causar danos tanto interferindo, quanto bloqueando, substituindo, esgotando ou envenenando o corpo.

Todos os metais tóxicos são cumulativos, pelo fato do nosso organismo não ter o meio natural de eliminação, pois são elementos totalmente estranhos ao meio ou de mínima necessidade. A sua presença inadequada, dificulta o metabolismo das proteínas e afeta o Sistema Nervoso Central, a Medula, os Rins, o processo Hepático, sendo também considerado um Disruptor Endócrino.

Mais importante ainda, os metais pesados ​​interrompem as funções metabólicas de duas maneiras:

1. Eles competem pelos mesmos receptores que nossos minerais vitais, portanto, deslocam e dificultam suas funções fisiológicas (por exemplo, chumbo, flúor e alumínio deslocam o cálcio - eles são armazenados e enfraquecem os ossos).

2. Eles se acumulam e interrompem funções em órgãos vitais, como cérebro, ossos, fígado, rim, coração, etc.

Por fim, estudos recentes no campo na neuropsiquiatria confirmam a associação entre metais pesados e distúrbios comportamentais em razão da diminuição das funções cerebrais, influenciando na produção e utilização dos neurotransmissores.